Se és como eu e achas que tens coisas melhores para fazer com o teu dinheiro do que investir em causas defendidas por pessoas das quais nunca ouviste falar e sobre as quais sabes menos do que sobre a cor da roupa interior do ministro das finanças do Qatar, então tens aqui uma boa oportunidade de fazer boa figura.
Depois desta frase bastante comprida, mas elucidativa, acho que fica bem passar ao que pretendo divulgar neste post.
Há gente com fome no mundo. Parece mentira, mas é verdade. Há mesmo muita gente com fome no mundo. Há mesmo, mas mesmo mesmo mesmo muita gente com fome no mundo.
Há gente que, volta e meia, faz figura de urso a falar inglês porque não sabe que, por exemplo, "constipation" não tem nada a ver com o nariz. Calinadas destas não fazem bem nem a quem as manda, nem a quem as ouve. Convenhamos: o /facepalm é muito mais provável que a gargalhada nestes casos.
Agora que já conviemos, ficam a saber que há uma maneira gratuita de ajudar a diminuir esses dois grandes males de tamanho. Sim, podem ajudar a acabar com o desastre da fome e o da falta de conhecimentos de inglês ao mesmo tempo!
Basta dirigirem-se ao seguinte site: FreeRice.
Se o fizerem, ver-se-ão confrontados com um formato parecido ao do "Quem Quer Ser Milionário?", em que vos são apresentadas 4 hipóteses de palavras que tornarão verdadeira a afirmação iniciada no topo das mesmas.
Por cada palavra que acertarem, serão doados 10 grãos de arroz ao World Food Program, WFP, das Nações Unidas. Caso não acertem, serão presenteados com a hipótese que estava certa, situada acima da frase incompleta.
Caso tenham alguma dúvida sobre o funcionamento do site, está disponível um F.A.Q. (Frequently Asked Questions ou Perguntas Colocadas Frequentemente [esta tradução é má, e da minha autoria]).
Portanto, para finalizar, se gostas demasiado do teu dinheiro para contribuir directamente para as "causas humanitárias", então gasta o teu tempo ao invés disso.
Tempo é dinheiro, e antes gastá-lo nisto do que, sei lá, a ver pornografia de abelhas (É favor ler a Regra #34 da internet caso duvide que tal coisa exista).
Aproximem-se e preparem-se para ver algo nunca antes visto! Ele é inconcebível, ele é incompreensível... PREPAREM-SE! Vejam agora o... MONSTRO INVISÍVEL! Fooled you!
sábado, novembro 17, 2007
segunda-feira, setembro 17, 2007
Intermission - do rei
Um pequeno comentário biológico:
Logo, a coisa tem andado ligeiramente parada.
Confesso que a culpa é minha, já que sou o autor da dita cuja.
Mas não será agora que haverá actualizações já que, embora o céu esteja escuro como o bréu (not that there's anything wrong with that :P), consta que é bastante tarde (a "tardez" disfruta, portanto, de uma escala qualitativa).
"Sloths move only when necessary and then very slowly"
Logo, a coisa tem andado ligeiramente parada.
Confesso que a culpa é minha, já que sou o autor da dita cuja.
Mas não será agora que haverá actualizações já que, embora o céu esteja escuro como o bréu (not that there's anything wrong with that :P), consta que é bastante tarde (a "tardez" disfruta, portanto, de uma escala qualitativa).
terça-feira, maio 29, 2007
Intermission - o regresso
(Desde dia 15 de Maio que tenho 20 anos de idade. Hooray for me, maself 'nd I, mon!)
Ando com um pequeno turbilhão de ideias na cabeça que insistem em não ser encarnadas em palavras, frases e toda uma série de sinais de pontuação. A ideia de, em vez de uma qualquer saga épica, rara e lendária, narrar umas curtas "textagens" é algo que nunca me ocorreu mais que ocasional, arritmica e espontaneamente.
Mas, por mais incomum que fosse da minha parte pensar nisso por estímulo criativo próprio, desde que foi feita a sugestão por um dos membros do "corpo leitor do Invisible Monster (também conhecido como "Gente aborrecida com tempo livre a mais nas mãos")", que a coisa me tem andado cravada na mente. Contudo, e no entanto, sempre que a coisa tenta ir além da sinapse, a tinta borra tudo e aquilo fica embaraçosamente semelhante a uma violenta desilusão da minha parte. Logo, lá fica a mancha de desonra e a coisa volta a viajar pela central eléctrica condenada a um funcionamento irregular e repelente a que chamo cérebro.
Talvez um dia consiga ir além do segundizonte... o minutizonte já seria muito bom... o horizonte já é quimera (e daquelas bem grandes e ferozes), logo não vale a pena sequer considerá-lo como hipótese.
Não mudando muito de assunto, deixo umas lyrics de uma música bastante boa dos não-piores Machinae Supremacy, que poderá ser descarregada do site oficial dos senhores em questão. As lyrics em causa descrevem relativamente bem a minha situação actual, e poderão satisfazer qualquer curiosidade voyeuresca com a sua leitura e, se ainda houver alguma réstia de dignidade e sanidade, audição.
Machinae Supremacy - Arcade
Ando com um pequeno turbilhão de ideias na cabeça que insistem em não ser encarnadas em palavras, frases e toda uma série de sinais de pontuação. A ideia de, em vez de uma qualquer saga épica, rara e lendária, narrar umas curtas "textagens" é algo que nunca me ocorreu mais que ocasional, arritmica e espontaneamente.
Mas, por mais incomum que fosse da minha parte pensar nisso por estímulo criativo próprio, desde que foi feita a sugestão por um dos membros do "corpo leitor do Invisible Monster (também conhecido como "Gente aborrecida com tempo livre a mais nas mãos")", que a coisa me tem andado cravada na mente. Contudo, e no entanto, sempre que a coisa tenta ir além da sinapse, a tinta borra tudo e aquilo fica embaraçosamente semelhante a uma violenta desilusão da minha parte. Logo, lá fica a mancha de desonra e a coisa volta a viajar pela central eléctrica condenada a um funcionamento irregular e repelente a que chamo cérebro.
Talvez um dia consiga ir além do segundizonte... o minutizonte já seria muito bom... o horizonte já é quimera (e daquelas bem grandes e ferozes), logo não vale a pena sequer considerá-lo como hipótese.
Não mudando muito de assunto, deixo umas lyrics de uma música bastante boa dos não-piores Machinae Supremacy, que poderá ser descarregada do site oficial dos senhores em questão. As lyrics em causa descrevem relativamente bem a minha situação actual, e poderão satisfazer qualquer curiosidade voyeuresca com a sua leitura e, se ainda houver alguma réstia de dignidade e sanidade, audição.
Machinae Supremacy - Arcade
I've been around, I've been a playerKromgar out.
I've seen the world
through the eyes of a slayer
So many lives, so many places
I have been since the first time I tasted
true dreams of fiction
pure rush and adrenal addiction
but now I fear
that the magic was killed by corruption
I wanna feel like that again
I wanna be a hero all over again
You're on my side or in my way
I'll blast you all to nothing anyway
Another day, another trial
another month of this endless denial
cause now I sense
I wanna be unbound by science
one world, under me
somewhere undirected and free
one place, unseen
uncorrupted creativity
I wanna feel like that again
I wanna be a hero all over again
You're on my side or in my way
I'll blast you all to kingdom come
---
quinta-feira, maio 03, 2007
São quase sete da manhã, e ainda não me deitei
Logo, achei por bem clarificar umas coisas. Consta que a pequena "ch"aga a que chamo Adventures in Darkran se encontra algo crivada de clichés, o que não me agrada. Assim que me der na gana, acrescentar-lhe-ei um pequeno prólogo que lhe retirará todo e qualquer vestígio dessa maleita de muita obra literária.
Contudo, porém e no entanto, não é essa a razão da minha vinda aqui. A minha vinda aqui deprende-se com a intenção da minha parte de transcrever o prefácio/capítulo zero do romance que ando de momento a ler no trajecto faculdade-casa e vice-versa, O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Creio, na minha não-muito-modesta crença, que se trata de uma magnífica introdução a uma obra que, apesar de ainda só me ter embrenhado até ao respectivo terceiro capítulo, se mostra como merecedora da reputação de "pseudo-"clássico que lhe tenho ideia de ser atribuída.
Mas com mais palavras minhas não aviltarei este post. Fiquem com Oscar Wilde e O Retrato de Dorian Gray:
"O artista é o criador de coisas belas.
O objectivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.
O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo ou para um novo material a sua impressão das coisas belas.
A mais elevada, tal como a mais rasteira, forma de crítica é um modo de autobiografia.
Os que encontram significações torpes nas coisas belas são corruptos sem sedução, o que é um defeito.
Os que encontram significações belas nas coisas belas são os cultos. Para esses há esperança.
Eleitos são aqueles para quem as coisas belas apenas significam Beleza.
Um livro moral ou imoral é coisa que não existe. Os livros são bem escritos, ou mal escritos. E é tudo.
A aversão do século XIX pelo Realismo é a fúria de Caliban ao ver a sua cara no espelho.
A aversão do século XIX pelo Romantismo é a raiva de Caliban por não ver a sua cara ao espelho.
A vida moral do homem faz parte dos temas tratados pelo artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. Nenhum artista quer demonstrar coisa alguma. Até as verdades podem ser demonstradas.
Nenhum artista tem simpatias éticas. Uma simpatia ética num artista é um maneirismo de estilo imperdoável.
Um artista nunca é mórbido. O artista pode exprimir tudo.
O pensamento e a linguagem são para o artista instrumentos de arte.
O vício e a virtude são para o artista matérias de arte.
Sob o ponto de vista da forma, a arte do músico é o modelo de todas as artes. Sob o ponto de vista do sentimento, é a profissão de actor o modelo.
Toda a arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo. Os que penetram para além da superfície, fazem-no a expensas suas. Os que lêem o símbolo, fazem-no a expensas suas.
O que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida.
A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte revela que a obrea é nova, complexa e vital.
Quanto os críticos divergem, o artista está em consonância consigo mesmo.
Podemos perdoar a um homem que faça alguma coisa útil, contanto que a não admire. A única justificação para uma coisa inútil é que elea seja profundamente admirada.
Toda a arte é completamente inútil."
E é tudo. Acho que está um bom algomerado de linhas de cuja autoria não me posso vangloriar, infelizmente.
Oh, well... talvez um dia haja outro imbecil a repetir o que eu optei por fazer agora.
Contudo, porém e no entanto, não é essa a razão da minha vinda aqui. A minha vinda aqui deprende-se com a intenção da minha parte de transcrever o prefácio/capítulo zero do romance que ando de momento a ler no trajecto faculdade-casa e vice-versa, O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Creio, na minha não-muito-modesta crença, que se trata de uma magnífica introdução a uma obra que, apesar de ainda só me ter embrenhado até ao respectivo terceiro capítulo, se mostra como merecedora da reputação de "pseudo-"clássico que lhe tenho ideia de ser atribuída.
Mas com mais palavras minhas não aviltarei este post. Fiquem com Oscar Wilde e O Retrato de Dorian Gray:
"O artista é o criador de coisas belas.
O objectivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.
O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo ou para um novo material a sua impressão das coisas belas.
A mais elevada, tal como a mais rasteira, forma de crítica é um modo de autobiografia.
Os que encontram significações torpes nas coisas belas são corruptos sem sedução, o que é um defeito.
Os que encontram significações belas nas coisas belas são os cultos. Para esses há esperança.
Eleitos são aqueles para quem as coisas belas apenas significam Beleza.
Um livro moral ou imoral é coisa que não existe. Os livros são bem escritos, ou mal escritos. E é tudo.
A aversão do século XIX pelo Realismo é a fúria de Caliban ao ver a sua cara no espelho.
A aversão do século XIX pelo Romantismo é a raiva de Caliban por não ver a sua cara ao espelho.
A vida moral do homem faz parte dos temas tratados pelo artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. Nenhum artista quer demonstrar coisa alguma. Até as verdades podem ser demonstradas.
Nenhum artista tem simpatias éticas. Uma simpatia ética num artista é um maneirismo de estilo imperdoável.
Um artista nunca é mórbido. O artista pode exprimir tudo.
O pensamento e a linguagem são para o artista instrumentos de arte.
O vício e a virtude são para o artista matérias de arte.
Sob o ponto de vista da forma, a arte do músico é o modelo de todas as artes. Sob o ponto de vista do sentimento, é a profissão de actor o modelo.
Toda a arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo. Os que penetram para além da superfície, fazem-no a expensas suas. Os que lêem o símbolo, fazem-no a expensas suas.
O que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida.
A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte revela que a obrea é nova, complexa e vital.
Quanto os críticos divergem, o artista está em consonância consigo mesmo.
Podemos perdoar a um homem que faça alguma coisa útil, contanto que a não admire. A única justificação para uma coisa inútil é que elea seja profundamente admirada.
Toda a arte é completamente inútil."
E é tudo. Acho que está um bom algomerado de linhas de cuja autoria não me posso vangloriar, infelizmente.
Oh, well... talvez um dia haja outro imbecil a repetir o que eu optei por fazer agora.
terça-feira, abril 24, 2007
Adventures in Darkran (II)
"That I cannot answer!? What the hell kind of answer is that??", Oeto thought, "WHAT AND WHERE IS THIS PLACE?!".
- "I believe I already answered that. Welcome to Darkran.", retorted Katzu-hun, a slick smile on his face.
- "D-did you just read my thoughts!?", eyes bulging out and jaw struggling to kiss the floor, Oeto was almost speechless. But not nearly as thoughtless, for he soon resumed his answer.
- "What madness is this, Mr. Tai!?", Oeto shouted in defiance.
- "Madness?", replied Katzu-hun, raising an eyebrow in amusement, as he started to laugh out loud, "Madness??"
Oeto was taken aback by the strange "metal-ish" clad man's strange reaction to his question, his face a mix of confusion, bewilderment and overall perplexity. "I must've landed on the other side of the circle, because this place makes no sense". Katzu-hun was still laughing.
- "Ahahaha, ehehehe", Katzu-hun clearead his throat as he regained his recomposure, "I apologise, but that was a good one. And call me Katzu, Mr. Tai sounds silly".
"H-how did I ever get dragged to this madhouse!?", Oeto whispered as he fell to his knees, hands keeping his head from discussing gravity with the ground below.
Katzu-hun Tai held back a chuckle as he moved to answer, "Darkran's not that bad, you'll see. You want to know what kind of... 'madhouse', was it? this is? Then, follow me." He turned around, and made for the door. He stopped briefly, tilting his head aside, so that Oeto could hear him clearly.
- "And do hurry, time is precious", he resumed his steady walk towards the door.
- "W-wait!! I-I'm not done asking q-questions!!", replied Oeto in a hasty manner, as he got back on his feet, "Bloody hell..."
--
Meh, acho que o outro estava melhor... mas a história, por pior que seja, tem de continuar. :o
- "I believe I already answered that. Welcome to Darkran.", retorted Katzu-hun, a slick smile on his face.
- "D-did you just read my thoughts!?", eyes bulging out and jaw struggling to kiss the floor, Oeto was almost speechless. But not nearly as thoughtless, for he soon resumed his answer.
- "What madness is this, Mr. Tai!?", Oeto shouted in defiance.
- "Madness?", replied Katzu-hun, raising an eyebrow in amusement, as he started to laugh out loud, "Madness??"
Oeto was taken aback by the strange "metal-ish" clad man's strange reaction to his question, his face a mix of confusion, bewilderment and overall perplexity. "I must've landed on the other side of the circle, because this place makes no sense". Katzu-hun was still laughing.
- "Ahahaha, ehehehe", Katzu-hun clearead his throat as he regained his recomposure, "I apologise, but that was a good one. And call me Katzu, Mr. Tai sounds silly".
"H-how did I ever get dragged to this madhouse!?", Oeto whispered as he fell to his knees, hands keeping his head from discussing gravity with the ground below.
Katzu-hun Tai held back a chuckle as he moved to answer, "Darkran's not that bad, you'll see. You want to know what kind of... 'madhouse', was it? this is? Then, follow me." He turned around, and made for the door. He stopped briefly, tilting his head aside, so that Oeto could hear him clearly.
- "And do hurry, time is precious", he resumed his steady walk towards the door.
- "W-wait!! I-I'm not done asking q-questions!!", replied Oeto in a hasty manner, as he got back on his feet, "Bloody hell..."
--
Meh, acho que o outro estava melhor... mas a história, por pior que seja, tem de continuar. :o
segunda-feira, abril 23, 2007
Deviation #1117
Porque é que escrevo?
Porque é que levo os dedos ao teclado?
Terá sequer algum relevo?
E será sequer lido em algum lado?
Haverá quem olhe para esta coisa?
Que pense "a ver se há alguma novidade"?
Se eu acho que nem uma mosca aqui poisa,
haverá quem cá venha com regularidade?
E escrever somente para mim será idiota?
Aqui, ainda por cima, onde é fácil ser motivo de chacota?
E para quê? Para valer menos que uma bolota?
Francamente, só sei que não me interessa.
Sim, porque eu não caio nessa.
Eu escrevo porque a piada é essa.
Kromgar Frostfang - 23/04/2007
--
Confesso que houveram ali umas partes para o fim que sairam francamente mal. ^^
O próximo post deverá ser factual/fictício. Depois risquem a parte que estiver errada.
Porque é que levo os dedos ao teclado?
Terá sequer algum relevo?
E será sequer lido em algum lado?
Haverá quem olhe para esta coisa?
Que pense "a ver se há alguma novidade"?
Se eu acho que nem uma mosca aqui poisa,
haverá quem cá venha com regularidade?
E escrever somente para mim será idiota?
Aqui, ainda por cima, onde é fácil ser motivo de chacota?
E para quê? Para valer menos que uma bolota?
Francamente, só sei que não me interessa.
Sim, porque eu não caio nessa.
Eu escrevo porque a piada é essa.
Kromgar Frostfang - 23/04/2007
--
Confesso que houveram ali umas partes para o fim que sairam francamente mal. ^^
O próximo post deverá ser factual/fictício. Depois risquem a parte que estiver errada.
domingo, abril 08, 2007
Deviation #-11
Não há nada como um espinho,
bem longo e afiado.
E haver algo melhorzinho,
só ter sido por nós lá cravado.
Parar de andar porque cansa,
apelidar qualquer ideia de tansa.
Ver o que se poderia ter,
e não fazer mais do que o conceber.
Se é um facto que a culpa é minha,
não o será que também é dela.
Este coração quer as asas de uma andorinha,
mas não tira os olhos da aguarela.
É difícil não fazer mais que sonhar.
Eu não tenho uma mulher bule a cantar,
nem candelabros e relógios a ajudar.
Não há magia neste andar,
apenas um cérebro para pensar,
e uma boca para falar.
E já se tem visto no que isto vai dar...
Kromgar Frostfang - 08/04/2007
--
Um semi-soneto (estão uma quadra e um verso a mais) de improviso, que decerto primará pela mediocridade e completa ausência de conteúdo. Nada como poesia de lata: ou está vazia ou antes estivesse.
bem longo e afiado.
E haver algo melhorzinho,
só ter sido por nós lá cravado.
Parar de andar porque cansa,
apelidar qualquer ideia de tansa.
Ver o que se poderia ter,
e não fazer mais do que o conceber.
Se é um facto que a culpa é minha,
não o será que também é dela.
Este coração quer as asas de uma andorinha,
mas não tira os olhos da aguarela.
É difícil não fazer mais que sonhar.
Eu não tenho uma mulher bule a cantar,
nem candelabros e relógios a ajudar.
Não há magia neste andar,
apenas um cérebro para pensar,
e uma boca para falar.
E já se tem visto no que isto vai dar...
Kromgar Frostfang - 08/04/2007
--
Um semi-soneto (estão uma quadra e um verso a mais) de improviso, que decerto primará pela mediocridade e completa ausência de conteúdo. Nada como poesia de lata: ou está vazia ou antes estivesse.
segunda-feira, abril 02, 2007
Uma explosão do passadão...
...não soa tão bem como "a blast from the past".
Contudo, por razões variadas (sendo uma proposta de uma leitora uma delas), resolvi postar um exemplo do que acontece quando o sr. Kromgar dedica algum do seu tempo à escrita na língua de Camões, numa tentativa medíocre de o fazer como Camões o fazia.
Visto me encontrar fisicamente cansado (deitar tarde e "cedo" levantar, dá em passar o dia a bocejar), preferi recorrer aos pseudo-arquivos que existem algures cá por casa e postar uma das "obras" lá guardadas.
E cá vai:
Chamei-lhe: "Poema a Inês" e era dedicado, adivinhem lá, a uma rapariga chamada Inês.
Chuva prateada, doce luar,
iluminação do viver,
Por mais que brilhe,
nunca conseguirá igualar,
os gentis gestos da filha de sol
que anda por entre nós mortais.
E embora não seja capaz da total devoção
que tal ser merece,
eu tento e falho miseravelmente,
apenas para lhe agradar, compôr algumas palavras
que lhe façam quase nenhuma injustiça.
Flor que faz o jardim,
Gota que faz o oceano,
Estrela que faz o céu,
eternamente aquela,
que dá vida e alma,
aos seres com quem se cruza.
Agradeço às entidades criadoras,
a honra que me foi dada,
o verdadeiro clímax
da minha infame existência.
Agradeço por me terem concedido
a graça de te conhecer,
de contigo trocar palavras,
de ter podido estar contigo.
Descansarei em paz,
quando souber que tal musa
encontrou a derradeira recompensa,
entre as trevas do planeta safira,
entre a neblina das árvores,
entre a bruma das rochas,
em alguma alma sortuda,
algum ser, cuja essência
terá certamente provado
o mais doce dos sabores,
o mais belo dos aromas.
É, por tanto, agora
que findo esta saudação
sem rima, sem cantiga,
apenas com alma e coração.
Kromgar Frostfang, 06/02/2004
Contudo, por razões variadas (sendo uma proposta de uma leitora uma delas), resolvi postar um exemplo do que acontece quando o sr. Kromgar dedica algum do seu tempo à escrita na língua de Camões, numa tentativa medíocre de o fazer como Camões o fazia.
Visto me encontrar fisicamente cansado (deitar tarde e "cedo" levantar, dá em passar o dia a bocejar), preferi recorrer aos pseudo-arquivos que existem algures cá por casa e postar uma das "obras" lá guardadas.
E cá vai:
Chamei-lhe: "Poema a Inês" e era dedicado, adivinhem lá, a uma rapariga chamada Inês.
Chuva prateada, doce luar,
iluminação do viver,
Por mais que brilhe,
nunca conseguirá igualar,
os gentis gestos da filha de sol
que anda por entre nós mortais.
E embora não seja capaz da total devoção
que tal ser merece,
eu tento e falho miseravelmente,
apenas para lhe agradar, compôr algumas palavras
que lhe façam quase nenhuma injustiça.
Flor que faz o jardim,
Gota que faz o oceano,
Estrela que faz o céu,
eternamente aquela,
que dá vida e alma,
aos seres com quem se cruza.
Agradeço às entidades criadoras,
a honra que me foi dada,
o verdadeiro clímax
da minha infame existência.
Agradeço por me terem concedido
a graça de te conhecer,
de contigo trocar palavras,
de ter podido estar contigo.
Descansarei em paz,
quando souber que tal musa
encontrou a derradeira recompensa,
entre as trevas do planeta safira,
entre a neblina das árvores,
entre a bruma das rochas,
em alguma alma sortuda,
algum ser, cuja essência
terá certamente provado
o mais doce dos sabores,
o mais belo dos aromas.
É, por tanto, agora
que findo esta saudação
sem rima, sem cantiga,
apenas com alma e coração.
Kromgar Frostfang, 06/02/2004
terça-feira, março 27, 2007
Deviation #-20
Flying little sprite,
she haunts you in the night.
Flying little fright,
she walks under the light.
She's perfect, she's perfect,
a daughter of the night sky,
perfection, perfection,
cast down from way up high.
Oh, she knows your addiction,
Oh, she enjoys your attrition,
Oh, she loves you of her own volition.
Wake up, man, wake up from this nightmare!
Go, now! Go now! Walk away from the vixen's lair!
Run back to reality, if you dare...
--
E aqui temos um pequeno soneto da minha autoria, dedicado a quem se achar dedicável. Para a próxima, há mais.
she haunts you in the night.
Flying little fright,
she walks under the light.
She's perfect, she's perfect,
a daughter of the night sky,
perfection, perfection,
cast down from way up high.
Oh, she knows your addiction,
Oh, she enjoys your attrition,
Oh, she loves you of her own volition.
Wake up, man, wake up from this nightmare!
Go, now! Go now! Walk away from the vixen's lair!
Run back to reality, if you dare...
--
E aqui temos um pequeno soneto da minha autoria, dedicado a quem se achar dedicável. Para a próxima, há mais.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Adventures in Darkran (I)
A whoosh of light later, a man clad in a blue sweater, jeans and sneakers dropped down onto the floor with a looud thud. The man's name? Oeto Matinder.
- "Muh, what is this? What happened!?", asked Oeto, as he got up, "Where am I?"
- "Darkran", answered a muffled voice.
- "W-who said that?", shouted Oeto, looking around, as he tried to make out where the voice had come from.
Shadows moved in the dark corners of the room Oeto found himself to be in.
- "Does it matter?", said the voice again. Oeto could hear steps now, so "the voice's owner was moving", or so he thought.
- "Where are you? Why am I here?", Oeto replied, still getting back on his feet.
- "So many questions", the steps' noise didn't stop, as the voice continued, "so many questions indeed...".
- "I shall answer some, worry not.", said the voice, walking out of the shadows, "I am Katzu-hun Tai, and I'll be your guide today". A tall, well-built man with fluorescent green eyes and shining silver hair. That is whom the voice belonged to. He wore a black suit, with dark blue contours, that appeared metallic in origin, yet Oeto hadn't heard any clanking noises as the man walked. The man wore a mask that covered his cheeks, that seemed to be a part of his "exoskeleton".
- "What.. what are you?", asked Oedo, stunned by how alien the man appeared to be. Glowing, fluorescent green eyes were something he had never seen before.
- "That, I cannot answer.", Katzu-hun coldly answered, "Next question."
Aceitam-se sugestões/críticas/quantias elevadas.
- "Muh, what is this? What happened!?", asked Oeto, as he got up, "Where am I?"
- "Darkran", answered a muffled voice.
- "W-who said that?", shouted Oeto, looking around, as he tried to make out where the voice had come from.
Shadows moved in the dark corners of the room Oeto found himself to be in.
- "Does it matter?", said the voice again. Oeto could hear steps now, so "the voice's owner was moving", or so he thought.
- "Where are you? Why am I here?", Oeto replied, still getting back on his feet.
- "So many questions", the steps' noise didn't stop, as the voice continued, "so many questions indeed...".
- "I shall answer some, worry not.", said the voice, walking out of the shadows, "I am Katzu-hun Tai, and I'll be your guide today". A tall, well-built man with fluorescent green eyes and shining silver hair. That is whom the voice belonged to. He wore a black suit, with dark blue contours, that appeared metallic in origin, yet Oeto hadn't heard any clanking noises as the man walked. The man wore a mask that covered his cheeks, that seemed to be a part of his "exoskeleton".
- "What.. what are you?", asked Oedo, stunned by how alien the man appeared to be. Glowing, fluorescent green eyes were something he had never seen before.
- "That, I cannot answer.", Katzu-hun coldly answered, "Next question."
Aceitam-se sugestões/críticas/quantias elevadas.
sábado, dezembro 16, 2006
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Cascade Failure
Achei, por bem, fazer publicidade a uma tira a que achei piada no webcomic que dá pelo nome que escolhi como título para este post (clicar na imagem para a ver em tamanho decente):
Note-se que o webcomic, Cascade Failure, fala muito frequentemente de um certo jogo chamado World of WarCraft. :P
Note-se que o webcomic, Cascade Failure, fala muito frequentemente de um certo jogo chamado World of WarCraft. :P
quarta-feira, dezembro 13, 2006
T3h F0r7y-E1g7h!!
Z0MG, LASERZ PEW PEW!!
HAR HAR HAR!! WE UMGAH BLOBBIES WILL ADD NEW TENTACLE!!
...
Depois deste breve momento introdutório, que tal começar a escrever em português? Até seria interessante, não seria? Apropinquar-se-ia mais do quotidiano, certo? E passaria de um mero bosquejo de um post, como decerto concordam. Ena, plural!
Bem, recentemente, essa lacuna foi colmatada. E não é que a consola até tem a sua graça? Vale a pena todo e qualquer € que alguém queira dispender na sua aquisição. É de recomendar que o façam, até! Wil will, Wii will rock you!
E, porque me sinto "emo", cá vão os lyrics da música Origin (v2) dos grandes Machinae Supremacy:
HAR HAR HAR!! WE UMGAH BLOBBIES WILL ADD NEW TENTACLE!!
...
Depois deste breve momento introdutório, que tal começar a escrever em português? Até seria interessante, não seria? Apropinquar-se-ia mais do quotidiano, certo? E passaria de um mero bosquejo de um post, como decerto concordam. Ena, plural!
- Tenho teste de Análise Matemática no sábado... às 9 da manhã;
- Tenho (pelo menos) 4 horas de laboratório na sexta-feira à tarde;
- Ainda não estudei nada de jeito;
- Estou no PC quando poderia estar a tentar remediar o ponto 3;
Bem, recentemente, essa lacuna foi colmatada. E não é que a consola até tem a sua graça? Vale a pena todo e qualquer € que alguém queira dispender na sua aquisição. É de recomendar que o façam, até! Wil will, Wii will rock you!
E, porque me sinto "emo", cá vão os lyrics da música Origin (v2) dos grandes Machinae Supremacy:
I stare into eternity
always one step ahead of me
I touch its wake every single day
but it slips from my grip and away
when what was given is gone
a one-way road to oblivion
and as I fight for just one more breath
I awake to the reality of death
you wouldn't ever want to try
see through my eyes
you'd break like a child inside
if you ever realized
through a mirror of time
I see your reflection
in the image that is me
I won't be around for too long
I too will see oblivion
and as I struggle to hang on
my life will fade until I'm gone
It's my secret number
and everybody wins this one
it's not as if time is on my side
we all drown in the same tide
you wouldn't ever want to try
see through my eyes
you'd break like a child inside
if you ever realized
on an everlasting sea
the tide of evolution goes on
for eternityI stare into eternity
always one step ahead of me
I touch its wake every single day
but it slips from my grip and away
terça-feira, novembro 14, 2006
The Forty-Seventh
Bem, o que aconteceu desde o último post numerado até hoje foi:
(...)
Portanto, podem ver que tenho andado bem entretido.
--
Vim só para deixar uma lamúria: daqui a aproximadamente 11h30min, tenho o 2º teste de álgebra linear (pedia-vos para me relembrar o ódio visceral que nutro por aquela cadeira e um certo indivíduo que ainda a frequenta APESAR de ter tido uma professora excelente o semestre passado e a melhor oportunidade de se livrar do empecilho algébrico (leia-se, eu)). Ora, isto é um problema porque:
(...)
Portanto, podem ver que tenho andado bem entretido.
--
Vim só para deixar uma lamúria: daqui a aproximadamente 11h30min, tenho o 2º teste de álgebra linear (pedia-vos para me relembrar o ódio visceral que nutro por aquela cadeira e um certo indivíduo que ainda a frequenta APESAR de ter tido uma professora excelente o semestre passado e a melhor oportunidade de se livrar do empecilho algébrico (leia-se, eu)). Ora, isto é um problema porque:
- lim (Estudo) -> 0;
- Já mencionei o desencadear de mecanismos raivosos no âmago do meu ser sempre que algo encaminha a minha linha de raciocínio na direcção algébrica?
- Ando todo feliz com a bela da withdrawal de WoW, e algo chateado por não poder jogar (€'s a bitch);
- Ando a fazer parecer os meus hábitos antigos os de um exemplo a seguir no que toca a pontualidade;
segunda-feira, agosto 21, 2006
Actucurvação
Depois daquela má piada que foi o título, é melhor passar ao cerne do meu inesperado retorno:
- O blog não foi esquecido e até há coisas para contar, mas isto de andar fora de casa dias a fio torna o postanço difícil... e mesmo quando estou em casa, há tantas outras coisas para fazer :)
Portanto, quem ainda não morreu à espera (do comboio, quando se fica no carril e não na plataforma; do táxi, no meio da A1; do avião, no tanque do combustível), pode ficar descansado/a: UM DIA, há-de haver algo novo... (nem que seja outro post destes)
- O blog não foi esquecido e até há coisas para contar, mas isto de andar fora de casa dias a fio torna o postanço difícil... e mesmo quando estou em casa, há tantas outras coisas para fazer :)
Portanto, quem ainda não morreu à espera (do comboio, quando se fica no carril e não na plataforma; do táxi, no meio da A1; do avião, no tanque do combustível), pode ficar descansado/a: UM DIA, há-de haver algo novo... (nem que seja outro post destes)
sexta-feira, maio 26, 2006
Intermission 16
Se a falta de inspiração fosse música, eu era um saxofone.
Enfim, enfim... tenho um certo weekend a relatar, o de 19-20 Maio e tal, mas enfim, fica para outra altura.
Fica sempre bem escrever isto :P
Enfim, enfim... tenho um certo weekend a relatar, o de 19-20 Maio e tal, mas enfim, fica para outra altura.
Fica sempre bem escrever isto :P
segunda-feira, maio 15, 2006
Special Intermission
Hoje, dia 15 de Maio, celebro o meu aniversário.
Desta vez é o 19º.
Adivinha-se um dia com 24 horas.
Kromgar out.
Desta vez é o 19º.
Adivinha-se um dia com 24 horas.
Kromgar out.
sexta-feira, maio 12, 2006
Intermission 15
I've got an assignment to do,
and I haven't the faintest clue,
on how to get to page two,
because page one is overdue...
It should've been done a month ago,
not hours before the deadline, no!
See, I'm not even slow,
just a star too lazy to even glow.
I sit here writing words of a seer,
heart all but void of fear,
and listening to irish songs about beer.
But hell, I'm going to try,
I'm not gonna sit and cry!
I'm gonna write a piece of the sky!
--
Bem, grande parte é verdade... me likes to write "poetry"! Boa ou má :)
and I haven't the faintest clue,
on how to get to page two,
because page one is overdue...
It should've been done a month ago,
not hours before the deadline, no!
See, I'm not even slow,
just a star too lazy to even glow.
I sit here writing words of a seer,
heart all but void of fear,
and listening to irish songs about beer.
But hell, I'm going to try,
I'm not gonna sit and cry!
I'm gonna write a piece of the sky!
--
Bem, grande parte é verdade... me likes to write "poetry"! Boa ou má :)
quarta-feira, abril 19, 2006
The Fourty-Sixth
Sinceramente, isto dos números já me começa a fartar um pouco. Acho que os vou começar a numerar, mas vou-me submeter a mais alguns minutos de escrutínio mental e dar um título aos próximos, ou coisa parecida.
Algo do género: "The 47th: I pwnd j00, nubcakes" soa bem, hem? :)
Bem, há uma quantidade considerável de coisas a relatar. O que, tendo em conta quem escreve isto, é bastante raro :P
Entre pirataria, vampirismo, lanches, sono irregular, corte de cabelo e renovação de certas camadas celulares, há muito que relatar.
Começemos, portanto.
--
Desde a Quinta-feira passada, 13 de Abril, até ao dia de hoje (Quarta-feira, 19 de Abril), estive de férias. Não foram férias muito produtivas, tenho de admitir. Pouco ou nada fiz nesse sentido.
No Sábado passado, por convite de um senhor meu colega de nome Bruno, desloquei-me ao estabelecimento de ensino superior que frequento nos dias úteis e alguns fins-de-semana para participar num torneio de um jogo de estratégia que, confesso, até há uns dias atrás me era completamente desconhecido. Pirates of the Spanish Main e suas expansões: of the Barbary Coast e of the South China Seas.
Valeu a pena, tenho de dizer. O jogo, apesar de simples, não deixa de ser divertido. E deixa a impressão de se incluir naquela grande categoria que são os jogos "easy to learn, hard to master". Tive de desembolçar 10€ para entrar no torneio, que me dava o direito a 3 boosters (sendo que cada um, que costuma custar 5€ contém tudo o que um jogador precisa para poder jogar) e direito a um prémio.
O prémio, como já me tinha sido dito numa data anterior, foi uma quantidade obscena de boosters. Mas um exagero tremendamente descomunal (pleonasmos ^_^). Um dia, conto o número de barcos com que fiquei e informo-vos. Mas não sei se o número cabe no ecrã ^_^
Não ganhei o torneio, mas com tanta carta, quem quer saber? :)
No Domingo, tal como na Quinta e na Sexta, fiz o mesmo, tenha sido em que quantidade tenha. O que fiz, deixo às vossas imaginações e, já agora, sejam criativos :P
Na Segunda-feira, novamente por convite do senhor meu colega Bruno, voltei a deslocar-me à capital para participar num evento do qual ele também fazia parte. Este já não aconteceu no mesmo estabelecimento, mas sim no "haven" para malta que gosta de jogos de role-playing, estratégia com miniaturas, trading card games, etc. que é a loja da Devir nos arredores da praça Duque de Saldanha.
A razão para tal deslocação da minha parte? Vampire: the Requiem.
É, como Dungeons&Dragons e muitos outros, um jogo de role-playing. Trata-se, portanto, de "encarnar" um personagem e, conforme as situações que nos são apresentadas, agir conforme o nosso personagem reagiria e não como nós gostaríamos que ele reagisse, tendo sempre em conta os efeitos/feitiços que nos fazem. Por exemplo, se os dados nos fazem ser vítimas de um Dominate mais radical, não há grande escolha, a não ser que o storyteller (ou "Mestre de Jogo") se sinta simpático xD
O meu ilustre personagem dá pelo nome de Gustavo Caetano Borges, pertence ao clã Daeva e não faz parte de nenhuma covenant até à data. Há quem diga que ter sido "embraced" (tornado vampiro) há muito pouco tempo tem algo a ver com o assunto. Quem o diz tem razão :)
Na página do dito cujo por mim indicada, estão lá algumas das situações curiosas que se deram entre o Gustavo e o personagem de uma outra "jogadora", personagem essa chamada Kathrina. Será, digo eu, a encarnação da parte "in/succubus" dos Daeva. Se há algum personagem que se enquadra mais nessa categoria, então essa campanha é obrigatoriamente para maiores de 18 :P
Na Terça-feira, portanto, fui matar saudades (foi um banho de sangue totalmente desnecessário, mas eu já não a via há muito tempo) de uma grande amiga minha que aqui posta como satyras (e não como Lady Satyras, como ela uma vez informou) e, fora um pastel de feijão de sabor completamente DEPLORÁVEL, foi uma tarde muito bem passada :) Entre actualidades, um póster da Lara Croft, umas passeatas pelas redondezas da casa dela e conversas agradáveis, não vejo qualquer motivo pelo qual não o volte a fazer no futuro :)
Quanto a jogos, há muito pouco a dizer: Harthrul é lv59 =)
É mesmo tudo, por agora. E, por agora, daqui a bocado e nos próximos tempos, juro não postar até o fazer!
Diria mesmo que, se não me atrasar, postarei a horas =D
AT LAAAAAAAAAAAAAAAAAST!!! *morre* ^_^ (Ver o jogo Majesty, para perceber a reference ;)
Algo do género: "The 47th: I pwnd j00, nubcakes" soa bem, hem? :)
Bem, há uma quantidade considerável de coisas a relatar. O que, tendo em conta quem escreve isto, é bastante raro :P
Entre pirataria, vampirismo, lanches, sono irregular, corte de cabelo e renovação de certas camadas celulares, há muito que relatar.
Começemos, portanto.
--
Desde a Quinta-feira passada, 13 de Abril, até ao dia de hoje (Quarta-feira, 19 de Abril), estive de férias. Não foram férias muito produtivas, tenho de admitir. Pouco ou nada fiz nesse sentido.
No Sábado passado, por convite de um senhor meu colega de nome Bruno, desloquei-me ao estabelecimento de ensino superior que frequento nos dias úteis e alguns fins-de-semana para participar num torneio de um jogo de estratégia que, confesso, até há uns dias atrás me era completamente desconhecido. Pirates of the Spanish Main e suas expansões: of the Barbary Coast e of the South China Seas.
Valeu a pena, tenho de dizer. O jogo, apesar de simples, não deixa de ser divertido. E deixa a impressão de se incluir naquela grande categoria que são os jogos "easy to learn, hard to master". Tive de desembolçar 10€ para entrar no torneio, que me dava o direito a 3 boosters (sendo que cada um, que costuma custar 5€ contém tudo o que um jogador precisa para poder jogar) e direito a um prémio.
O prémio, como já me tinha sido dito numa data anterior, foi uma quantidade obscena de boosters. Mas um exagero tremendamente descomunal (pleonasmos ^_^). Um dia, conto o número de barcos com que fiquei e informo-vos. Mas não sei se o número cabe no ecrã ^_^
Não ganhei o torneio, mas com tanta carta, quem quer saber? :)
No Domingo, tal como na Quinta e na Sexta, fiz o mesmo, tenha sido em que quantidade tenha. O que fiz, deixo às vossas imaginações e, já agora, sejam criativos :P
Na Segunda-feira, novamente por convite do senhor meu colega Bruno, voltei a deslocar-me à capital para participar num evento do qual ele também fazia parte. Este já não aconteceu no mesmo estabelecimento, mas sim no "haven" para malta que gosta de jogos de role-playing, estratégia com miniaturas, trading card games, etc. que é a loja da Devir nos arredores da praça Duque de Saldanha.
A razão para tal deslocação da minha parte? Vampire: the Requiem.
É, como Dungeons&Dragons e muitos outros, um jogo de role-playing. Trata-se, portanto, de "encarnar" um personagem e, conforme as situações que nos são apresentadas, agir conforme o nosso personagem reagiria e não como nós gostaríamos que ele reagisse, tendo sempre em conta os efeitos/feitiços que nos fazem. Por exemplo, se os dados nos fazem ser vítimas de um Dominate mais radical, não há grande escolha, a não ser que o storyteller (ou "Mestre de Jogo") se sinta simpático xD
O meu ilustre personagem dá pelo nome de Gustavo Caetano Borges, pertence ao clã Daeva e não faz parte de nenhuma covenant até à data. Há quem diga que ter sido "embraced" (tornado vampiro) há muito pouco tempo tem algo a ver com o assunto. Quem o diz tem razão :)
Na página do dito cujo por mim indicada, estão lá algumas das situações curiosas que se deram entre o Gustavo e o personagem de uma outra "jogadora", personagem essa chamada Kathrina. Será, digo eu, a encarnação da parte "in/succubus" dos Daeva. Se há algum personagem que se enquadra mais nessa categoria, então essa campanha é obrigatoriamente para maiores de 18 :P
Na Terça-feira, portanto, fui matar saudades (foi um banho de sangue totalmente desnecessário, mas eu já não a via há muito tempo) de uma grande amiga minha que aqui posta como satyras (e não como Lady Satyras, como ela uma vez informou) e, fora um pastel de feijão de sabor completamente DEPLORÁVEL, foi uma tarde muito bem passada :) Entre actualidades, um póster da Lara Croft, umas passeatas pelas redondezas da casa dela e conversas agradáveis, não vejo qualquer motivo pelo qual não o volte a fazer no futuro :)
Quanto a jogos, há muito pouco a dizer: Harthrul é lv59 =)
É mesmo tudo, por agora. E, por agora, daqui a bocado e nos próximos tempos, juro não postar até o fazer!
Diria mesmo que, se não me atrasar, postarei a horas =D
AT LAAAAAAAAAAAAAAAAAST!!! *morre* ^_^ (Ver o jogo Majesty, para perceber a reference ;)
Subscrever:
Comentários (Atom)